quarta-feira, 21 de julho de 2010

A Verdade

A palavra SATYA (Verdade) vem de SAT, que significa SER. Na realidade, nada existe, fora da Verdade. Eis porque Sat ou Verdade é talvez o nome mais importante de Deus. Com efeito, dizer que a Verdade é Deus é mais certo do que dizer que Deus é a Verdade. Mas como não podemos passar sem um soberano ou um General, são mais correntes e permanecerão sempre as designações de Deus como Todo-Poderoso ou Rei dos Reis. No entanto, refletindo mais profundamente, veremos que Sat ou Satya é o único nome que designa Deus mais exatamente e com um sentido mais completo.
Onde está a Verdade está também o conhecimento verdadeiro. Onde não há Verdade não pode existir conhecimento verdadeiro. Por isso associamos o nome CHIT (Conhecimento) ao de Deus.
Onde se acha o conhecimento verdadeiro, há sempre alegria (Ananda) e não há lugar para a dor. Assim como a Verdade é eterna. a alegria que dela provém é também eterna. Daí conhecermos Deus com o nome de SAT-CHIT-ANANDA, isto é, "O que reune em Si a Verdade, o Conhecimento e a Alegria".
Só a devoção à Verdade justifica nossa existência. A Verdade deve constituir o centro de toda nossa atividade. Deve tornar-se até a respiração de nossa vida. Ao chegar a este ponto do caminho percorrido, o peregrino descobre sem esfôrço todas as demais regras da vida e a elas se conforma instintivamente. Mas, sem Verdade seria impossível observar qualquer regra ou princípio na existência. (...)
Para mim, Deus, como Verdade, é um tesouro inestimável: possa sê-lo também para todos!
A Verdade é dura como o diamante e frágil como a flor do pessegueiro.
O êrro não se torna verdade por multiplicar-se na crença de muitos, nem a verdade se torna êrro porque ninguém a vê.
Por sua própria natureza, a Verdade traz em si a evidência: logo que a desembaraçamos das teias de aranha da ignorância, brilha com toda sua intensidade.
A Verdade abstrata só tem valor quando encarnada em homens que a representam provando que estão prontos a morrer por ela.
(Autor: MAHATMA GANDHI )

sexta-feira, 9 de julho de 2010

A "Besta" Apocalíptica

A figura da besta, descrita por João Evangelista no último livro que faz parte da Bíblia, intulado "Apocalípse", é um simbolismo do desregramento a que há de atingir o vosso mundo, conjungando-se a todas as paixões inferiores e formando uma só consciência coletiva, composta das criaturas invigilantes. Simboliza um comando pervertido, ou seja a dominação por parte de um grupo que submeterá aos seus caprichos determinada quantidade de seres.(...)
A Besta apocalíptica representa, pois a alma global e instintiva de todas as manifestações desegradas: ela age sorrateiramente sobre as criaturas negligentes e sempre lhes ajusta as emoções contraproducentes, a fim de as incentivar para a insanidade, a corrupção e a imoralidade geral. O reinado da Besta, como o de Satanás, implica na existência de súditos, que são os gozadores das bacanais lúbricas dos sentidos humanos e das paixões aviltantes, herdadas do animal.
(...) É o momento em que os costumes, as convenções e as tradições comuns, que demarcam o pudor e a honestidade, se inverterão, sendo levados à conta de concepções obsoletas e de preconceitos tolos, diante da pseuda emancipação do século. Sob rótulos pitorescos e terminologias brilhantes, as maiores descrepâncias de ordem moral são aceitas como libertação filosófica ou nova compreensão da vida!
(...) Sob o fascínio da Besta, os seres cultuam as maiores aberrações e as elevam à categoria de conceitos de emancipação superior! Infelizmente, as recordações do passado têm-nos provado que "a história sempre se repete" e, atualmente, com maior responsabilidade humana, porque a dissolução de costumes, dos vossos dias, está muitíssimo comprometida devido a já conhecerdes a figura de Jesus e os seus conceitos evangélicos, referentes à castidade e à pureza de sentimentos.
(Autor: RAMATÍS)

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Caminhe

A evolução humana apresenta dois interessantes aspectos: A coletividade e a individualidade.
Você não prescinde da ajuda de todos para alcançar a luz, mas a base da ascenção reside em você mesmo.
Aprenda a viver coletivamente mantendo a originalidade de seu ser.
A caminhada pode trazer desilusões, quedas, sofrimentos, entretanto, movido pela força da boa-vontade e da perseverança você atingirá a meta.
Siga pelo caminho que seu coração aceita. Busque a verdade e o bem acima de tudo. O que importa mesmo é a chegada. A meta é a Perfeição prevista e facilitada por Deus.
(Autor: Carlos T. Pastorino)